sexta-feira, 1 de março de 2013

Evolução histórica da interface Homem-Máquina

A evolução histórica da interface Homem-máquina é o resultado de diversos desenvolvimentos verificados em diferentes domínios ao longo dos anos.

Como por exemplo: 


• Em 1958, Comeau e Bryan desenvolveram a empresa Philco que implementou um protótipo de um capacete com monitores e sensores de deteção de movimento ligado a um par de câmaras remotas que permitiam deslocar as câmaras de acordo com os movimentos da cabeça, criando no utilizador a sensação de presença.

• Em 1962, Morton Heilig, desenvolveu um simulador denominado Sensorama que permitia ao utilizador viver de forma artificial, sentindo as sensações de uma viagem num veículo de duas rodas. Para tal, era utilizada a formação de imagens 3D, som stereo, vibrações e sensações do vento e aromas.

• Em 1968, Ivan Sutherland criou o primeiro capacete 3D. Em virtude desta descoberta, este investigador ficou conhecido como o precursor da realidade virtual.

• Em 1969, Myron Krueger criou o Videoplace, capturando imagens de pessoas que participavam na experiência e projectando-as em 2D numa tela em que as pessoas podiam interagir umas com as outras e com os objectos projectados nesta.

• Em 1986 a NASA criou um ambiente virtual que permitia aos utilizadores indicar comandos por voz, manipular objectos virtuais através do movimento das mãos e ouvir voz sintetizada com som 3D.

• Em 1987 a VPL Research foi pioneira na comercialização de produtos de realidade virtual como a luva de dados e o capacete de visualização.




Esta nova tecnologia permite ao utilizador 
interagir com um ambiente gráfico com os 
próprios dedos (touchscreen).


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